OS TESTES DE EFICÁCIA DE CRESCINA

Teste clínico do Policlínico

Data: 15 de Julho de 1999

Estudo clínico em que se prova a eficácia de Crescina como coadjuvante no crescimento natural do cabelo e como produto capaz de reduzir o estado de raleadura do couro cabeludo. O estudo foi concluído pela equipa médica da Clínica Dermatológica , em Julho de 1999.
O estudo teve a duração de 6 meses de tratamento, com 30 voluntários, dos quais 19 eram homens e 11 mulheres, com idades compreendidas entre os 20 e os 52 anos. Os homens estavam afectados com raleadura até ao grau V da escala de Hamilton, as mulheres até ao grau III da escala de Ludwig. No lado direito do couro cabeludo foi aplicada a loção Crescina, no lado esquerdo uma loção Placebo.
Após dois meses de tratamento, a clínica confirmou um recrescimento na parte do couro cabeludo tratada com Crescina: considerado bom para 13 dos 30 indivíduos, satisfatório para 13 dos 30, modesto par 4 dos 30. Isto significa que, passados dois meses, todos os indivíduos obtiveram resultados. Para 86,6%, o resultado foi considerado satisfatório ou bom.

Passados 4 meses, o estudo clínico revelou um recrescimento considerado:
- bom em 21 dos 30 indivíduos
- satisfatório em 7 dos 30 indivíduos
- modesto em 2 dos 30 indivíduos.

Passados 4 meses, o êxito do recrescimento foi considerado satisfatório ou bom em 93,3% dos indivíduos submetidos ao tratamento.

Passados 6 meses, os resultados foram os seguintes:
- recrescimento bom em 25 dos 30 indivíduos
- recrescimento satisfatório em 5 dos 30 indivíduos.

Isto significa que todos os voluntários registaram resultados satisfatórios ou bons. Na parte do couro cabeludo sujeita a placebo, o resultado foi considerado nulo ou modesto.
Mas o estudo clínico não classificou apenas os êxitos do recrescimento; avaliou também os resultados relacionados com a resistência e atrofia do cabelo e o estado da raleadura.
- Resistência do cabelo após 6 meses de tratamento: boa para 27 dos 30 indivíduos, satisfatória para 3 dos 30 indivíduos.
- Atrofia do cabelo, passados 6 meses de tratamento: boa para 28 dos 30 indivíduos, satisfatória para 2 dos 30 indivíduos.
Os resultados ao nível da raleadura merecem um discurso à parte, já que são mais importantes (por serem sentidos como tal pelos indivíduos que se submeteram ao teste) e mais diversificados, tendo em conta que os indivíduos se apresentaram no teste com situações, chamadas basais, muito diferentes entre si.

- 5 dos 30 indivíduos afectados inicialmente com calvície incipiente extensa: passados 6 meses, todos os 5 indivíduos melhoraram o estado de raleadura, passando para o estado de calvície incipiente.
- 3 dos 30 indivíduos afectados inicialmente por calvície incipiente (2 com grau IV de Hamilton, 1 com grau II de Ludwig): passados 6 meses, passaram os três a um estado de raleadura grave.
- 10 dos 30 indivíduos afectados inicialmente por raleadura grave (6 com grau III de Hamilton, 4 com grau II de Ludwig): passados 6 meses, passaram a um estado de raleadura ligeira.
- 9 dos 30 indivíduos afectados inicialmente com raleadura abundante (5 com grau II de Hamilton, 4 com grau I de Ludwig): passados apenas 4 meses, todos os indivíduos passaram a um estado de raleadura ligeira.
- 3 dos 30 indivíduos afectados com raleadura ligeira (grau I de Ludwig): passados apenas 4 meses, houve uma regressão completa da raleadura em todos os indivíduos.


Avaliação final completa expressa pelo Dermatologista Principal passados 6 meses de tratamento, em relação ao estado da raleadura: boa para 21 indivíduos, satisfatória para 9 indivíduos.
Note-se que 50% dos indivíduos da amostra apresentava já uma melhoria no estado da raleadura passados apenas 2 meses de tratamento.

Labosuisse

 

Teste clinico-instrumental, Instituto de Investigações Químicas e Bioengenharia (Milão) )

Data: 5 de Maio de 1999

O teste, cujo título é “Estudo clínico para a avaliação da actividade de uma loção tricológica (Crescina) em indivíduos afectados com raleadura devido a alopécia androgenética e/ou defluvium” foi efectuado num grupo de 25 voluntários, 14 mulheres e 11 homens, com idades compreendidas entre os 23 e os 45 anos, afectados por alopécia androgenética de grau I-II, na escala de Ludwig, para as mulheres, e de grau II-III, na escala de Hamilton, para os homens, e/ou de defluvium, saudáveis e consencientes. O tratamento, por opção dos próprios voluntários, foi mantido até ao fim em 22 dos 25 indivíduos iniciais.

1-

Os objectivos do teste resumiam-se à avaliação clínica através de inquéritos instrumentais, da eficácia no recrescimento do cabelo (e tolerabilidade) de Crescina relativamente às diversas formas de raleadura provocada por alopécia androgenética e/ou defluvium.
Área cutânea do teste: o couro cabeludo.

 

2-

Metodologia: tratamento em dias alternados durante 90 dias.
Medições instrumentais passado um mês, dois meses, três meses (sebo, hidratação, ph) para avaliar:

1) grau de alopécia e/ou defluvium,
2) grau de seborreia no couro cabeludo e nos cabelos,
3) aspecto da caspa,
4) teste de resistência.

Em condições basais e no final do tratamento, foi também necessário:

- - rapar e fotografar a área da pele destinada à contagem electrónica dos cabelos em fase de crescimento
- - fotografar uma área alopécica
- - recolher amostras de cabelos para avaliação morfológica, através da microscopia óptica do estado do bolbo, da haste, da espessura e do brilho da haste.

 

3-

Resultados do teste
Os resultados do teste são apresentados em gráficos e tabelas adequadas.

* Tratamento bem tolerado: não existem fenómenos de irritação nem alergias.
** Aumento médio dos cabelos em crescimento estatisticamente significativo, avaliado através de contagem electrónica, em 13% relativamente ao valor inicial.
*** Redução de 33% dos cabelos destacados através do Pull Test, índice de aumento da resistência à tracção.
**** Observação dos bolbos no microscópio óptico: aumento dos bolbos na fase anagénica (fase de recrescimento de novos cabelos), de 3,7 para 25,9% dos bolbos recolhidos, redução dos bolbos na fase telogénica (fase de queda do cabelo) de 81,5% para 57,7% dos bolbos recolhidos.
***** Análise morfométrica: aumento do diâmetro médio dos cabelos em 11,2% relativamente ao valor base.
****** Avaliações instrumentais: não houve variações significativas dos valores médios de sebometria, aumento significativo da hidratação.
******* Avaliações clínicas - Redução estatisticamente significativa da quantidade de caspa em 66,7% dos casos e da oleosidade em 57,1% dos casos. Não se registaram variações significativas de seborreia na pele e no cabelo.

A observação dos fotogramas das áreas alopécicas permite evidenciar a paragem do processo alopécico (nenhum indivíduo apresentou um agravamento) e um recrescimento em 45% dos casos.

 

4- Conclusões
Os resultados obtidos após 3 meses de actividade em indivíduos afectados com raleadura de diferente gravidade demonstraram a actuação do produto Crescina na redução do processo alopécico e no recrescimento dos cabelos determinado pelo próprio tratamento. Não se verificou qualquer alteração nos parâmetros da superfície cutânea.

 

Teste clinico-instrumental de Derming, Instituto de Investigações Químicas e Bioengenharia (Milão)

Data: 20 de Fevereiro de 2001.

O teste, “Estudo clínico para a avaliação da actividade de uma loção tricológica (Crescina) em indivíduos afectados com raleadura devido a alopécia androgenética e/ou defluvium”, foi efectuado num grupo de 42 indivíduos que utilizaram o produto Crescina no âmbito de um estudo mais alargado, conduzido em 84 indivíduos, para comparar Crescina e um produto de referência utilizado com as mesmas modalidades. Aplicação: loção aplicada directamente (ml 2,5) no couro cabeludo, nas zonas mais ralas, friccionando ligeiramente até absorver completamente.
Em condições basais (T0), passados dois (T2) e passados três meses (T3), foi efectuado o fototricograma. Por outro lado, em cada um dos períodos (0, 2, 3) foi fotografada uma área alopécica. Amostra da população. 42 voluntários/as, 24 mulheres, 18 homens. Afectados com diferentes graus de alopécia: I-II na escala de Ludwig para as mulheres, II-III-IV-V na escala de Hamilton para os homens. Foram registadas, no decurso do tratamento, 5 desistências. Os indivíduos que permaneceram ligados ao processo foram 37.

- Resultados do teste
Fototricograma para indivíduos com diagnóstico de defluvium.

* Aumento estatisticamente significativo da percentagem média dos cabelos na fase anagénica: de 27 para 61%.
** População feminina alistada independentemente do diagnóstico de inclusão: >aumento altamente significativo da percentagem de cabelos na fase anagénica após 2 meses (T2), de 20% para 55%, e após 3 meses (T3) de 20% para 50%.
*** População feminina com diagnóstico de alopécia: aumento dos cabelos na fase anagénica com um resultado estatisticamente significativo após 2 meses de tratamento, de 17 para 48%.
**** População masculina com diagnóstico de defluvium/alopécia de grau II, III, IV na escala de Hamilton: aumento significativo da percentagem média de cabelos na fase anagénica no final dos 3 meses: de 27 para 56%.
Mais evidente nos homens com diagnóstico de defluvium/alopécia de grau II e III.
***** População masculina com diagnóstico de alopécia de grau II e III na escala de Hamilton: aumento da percentagem de cabelos na fase anagénica após dois meses de 35% (em T0) para 69% (T2), passados 3 meses para 83% (T3).
****** Diâmetro dos cabelos: aumento estatisticamente significativo do diâmetro dos cabelos (de 0,080 mm, para 0,090 mm após dois meses, para 0,095 mm passados 3 meses) nos indivíduos com diagnóstico de defluvium.
******* Avaliação visual fronto-parietal: a observação das fotografias relativas à zona fronto-parietal mostra como Crescina determinou uma melhoria das condições basais em 41% dos casos tratados. A subdivisão por sexo confirma os dados totais.
Nenhum dos indivíduos apresentou um agravamento das condições basais.

 

- Conclusões:
Crescina é capaz de desenvolver uma actividade trófica, isto é, estimulante do crescimento do cabelo em indivíduos afectados com raleadura de diversas naturezas.
Nos indivíduos com diagnóstico de defluvium: melhorias após dois meses de tratamento. Nos indivíduos com diagnóstico de alopécia: aumento do número de cabelos na fase anagénica relativamente à fases telogénica/catagénica. Efeito evidenciado tanto nas mulheres como nos homens.

Labosuisse

 

EXEMPLES DE PHOTOS TIRÉES DES TESTS

ESTUDO CLÍNICO PARA AVALIAÇÃO DA ACTIVIDADE DE UMA LOÇÃO TRICOLÓGICA EM INDIVÍDUOS AFECTADOS COM RALEADURA DEVIDO A ALOPÉCIA ANDROGENÉTICA E/OU DEFLUVIUM - INSTITUTO DE INVESTIGAÇÕES CLÍNICAS E BIOENGENHARIA.
FOTOGRAFIAS RELATIVAS À CONTAGEM ELECTRÓNICA DO NÚMERO DE CABELOS

Vol. N°
14
Inicial
LBM
Sexo
M
Ideade
35
Aumento%
45%

 

EXEMPLOS DE FOTOGRAFIAS TIRADAS DOS TESTES

ESTUDO CLÍNICO PARA AVALIAÇÃO DA ACTIVIDADE DE UMA LOÇÃO TRICOLÓGICA EM INDIVÍDUOS AFECTADOS COM RALEADURA DEVIDO A ALOPÉCIA ANDROGENÉTICA E/OU DEFLUVIUM - DERMING, INSTITUTO DE INVESTIGAÇÕES CLÍNICAS E BIOENGENHARIA.
FOTOGRAFIAS DE UMA ÁREA ALOPÉCICA (LINHA DE INSERÇÃO DOS CABELOS NA REGIÃO FRONTO-TEMPORAL DIREITA)

Vol. N°
2
Inicial
CR
Sexo
F
Idiade
54
Labosuisse

 

 

"IN VITRO" TEST

Effects of Crescina® on human primary epidermal and dermal cells -
Investigators: V C Biotechnology

Aim of project
It has been tested a preparation formed by the nucleus of Crescina hair treatment active principles in an aqueous solution and with the following composition: aqua, glycerin, lysine hydrochloride, acetyl cysteine, glycoproteins.

The objectives of this project were the following:

Objective 1
We investigated effects of Crescina on human primary keratinocytes and fibroblast cell proliferation

Objective 2
We investigated the effects of Crescina on protein synthesis in human in primary human keratinocytes and fibroblasts.

Abbreviations used
NHEK: Normal human epidermal keratinocytes
NHDF: Normal human dermal fibroblasts
SD: Standard deviation
MV: Mean value

Study protocol

Objective 1

Cell Cultures. Primary human keratinocytes and fibroblasts were obtained from Promocell (Heidelberg, Germany). Cells were maintained in specific growth medium supplemented with growth factors and seeded in 96 well plates (10 000 cells/well) for determination of cell proliferation and in 24 well plates for protein synthesis. Cells were treated for different period of time (24, 48 and 72 hours) with increasing concentrations (0.031, 0.062, 0.125, 0.25, 0.5% w/v = 310 µg/ml, 620.5 µg/ml, 1.25 mg/ml, 2.5 mg/ml, 5 mg/ml provided as 0.31 µl, 0.62 µl, 1.25 µl, 2.5 µl, 5 µl) of a solution of Crescina. Medium was removed before stimulation and replaced by fresh medium without growth factors. The growth factor supplements, as well as the growth factors PDGF (platelet derived growth factor) and FGF (fibroblast growth factor), were used as positive controls. Not-treated cells have been used as negative control.

Determination of cell proliferation.
Fibroblasts or keratinocytes were incubated with Crescina for 24 h, 48 h, and 72h. Each dose (see above) was tested 16 times (8 wells on 2 plates with two different methods).
Proliferation of primary fibroblasts/keratinocytes was determined by:


1) Determination of DNA incorporation (dBrU) using a cell proliferation assay from Amersham-Pharmacia .
Incorporation of 5-bromo-2'-deoxyuridine (BrdU) into newly synthesized DNA permits indirect detection of proliferating cells with labelled anti-BrdU antibodies thereby facilitating the identification of cells that have progressed through the S-phase of the cell cycle during the BrdU labelling period. The BrdU labelling method is a widely used method to measure proliferation of keratinocytes (Yano et al., 2004) and fibroblasts (Nasonova et al., 2004).
2) AlamarBlue staining (Biosource). AlamarBlue is a redox indicator that yields a colorimetric change and a fluorescent signal in a response to a metabolic activity. The compound is non-toxic, soluble and stable in tissue culture medium, and is used for the quantitative measurement of proliferation and viability of cells. The AlamarBlue assay incorporates a fluorometric/colorimetric growth indicator based on detection of metabolic activity. Specifically, the system incorporates an oxidation-reduction (REDOX) indicator that both fluoresces and changes colour in response to chemical reduction of growth medium resulting from cell growth. As cells grow, innate metabolic activity results in a chemical reduction of AlamarBlue. Continued growth maintains a reduced environment while inhibition of growth maintains an oxidized environment. Reduction related to growth causes the REDOX indicator to change from oxidized (non-fluorescent, blue) form to reduced (fluorescent, red) form.
This colorimetric reaction was determined by an ELISA reading measuring the intensity of the red colour as marker of the increased AlamarBlue reaction. This colorimetric determination of colour intensity is expressed as arbitrary units, since there is no direct transaction to other metric systems possible. The increase of cell proliferation or metabolism has then to be expressed in comparison to untreated control cells. The AlamarBlue method is commonly used to determine proliferation (Voytik-Harbin et al., 1998) and cell viability (Ihalin et al., 2003) of keratinocytes and fibroblasts.

Objective 2:

Determination of protein content.
Human primary keratinocytes or fibroblasts from human skin origin were seeded in 24 or 6 well plates and incubated with the Crescina (5 doses see above) for different times (24, 48 and 72 hours) with n = 4. After cell treatment, cells will be washed with phosphate buffered saline (PBS) and lysed in 1.3 x SDS (sodium dodecyl sulfate)-containing sample buffer without DTT containing 100 µM orthovanadate (Laemmli, 1970). Lysates will be homogenized by repeated passage through a 26-gauge-needle. Protein contents will be measured using the bicinchoninic acid method (BCA protein determination kit from Pierce, distributed by KFC Chemikalien, München, Germany) according to the manufacturer’s instructions (standards (bovine serum albumine, Sigma) ranging form 0.2 µg/µl to 4 µg/µl; optical density read at 570 nm). This method is a well established method to determine protein content and was part of at least 20 high impact publications from our group (e.g. Akundi et al., 2004).

Deviations:
To obtain more valid data in fibroblasts, additional experiments were performed using less cell numbers (1 000 and 5 000), and two additional time points.


Results and Discussion

Determination of cell proliferation.
On human keratinocytes experiments, at all tested time points 24, 48 and 72 h, Crescina had no effect on DNA synthesis as measured by dBrdU incorporation.
In contrast, Crescina revealed to increase the reaction of AlamarBlue. This effect was significant, suggesting that Crescina has an effect on cell viability (underlining values > 100% of metabolic activity) compared to non-treated cells (negative control) which cell vitality was considered as 100%. The effects were especially evident with 0.5% of the product Crescina with a maximum value of + 55% at 24 h (Fig. 4) and with 0.25% of the product Crescina with maximum values of + 56.3% at 48 h (Fig. 5) and + 61.6% at 72 h. Furthermore, our data suggest, that Crescina increases the metabolic activity of cells by increasing cellular energy levels.

At all tested time points fibroblastic DNA synthesis was not affected by Crescina, even if it’s possible to notice a quite moderate effect on DNA synthesis as measured by dBrdU incorporation (maximum value + 5.1% with 0.25% of the product Crescina after 48 h) in comparison with non-treated cells.
In the fibroblast experiments using the AlamarBlue method, additional experiments were performed using an inferior number of cells (1 000 and 5 000 cells/well) and two additional time points (4 and 6 h) just to obtain data of major validity. The use of 10 000 cells as starting point did not gain significant data since the fibroblasts are rapid proliferating cells and therefore cell proliferation and metabolism was probably maximal and not further increasable with this amount of cells suggesting that cell metabolism was already decreased due to cell to cell interaction lowering the proliferation rate of the cells.
In the AlamarBlue assays with 1 000 cells/well, Crescina showed a quite moderate increase of metabolic activity, compared to the negative control, after 4 and 6 h with maximal values of + 14.5 % and + 20.5% respectively, both with 0.5% of Crescina.
Very potent effects were obtained after 24, 48, and 72 h (Figs. 13-14) with maximal increase in the metabolic activity of + 58.5% with 0.125% of Crescina at 24 h, + 111.4% with 0.25% of Crescina at 48 h and + 195.7% with 0.5% of Crescina at 72 h, compared to negative control.
Furthermore, in the AlamarBlue assays determining the Crescina effects on cell proliferation with 5 000 cells/well, Crescina showed an increase in the metabolic activity, compared to non-treated cells (negative control), 4 and 6 h with maximal values of + 33.1% and + 36.5% both with 0.5% of Crescina.
Very potent effects were detected after 24, 48, and 72 h (Figs. 18-19) showing an increase in metabolic activity of + 80.3% with 0.0625% of Crescina at 24 h, + 119.3% with 0.5% of Crescina at 48 h, and + 91.4% with 0.5% of Crescina at 72 h, all of them compared to negative control.
In this way, Crescina increased AlamarBlue reactivity when 5 000 cells were seeded but not as potent as with 1 000 cells per well.
Only slight effects were visible after 24 h, when 10 000 cells where seeded (+ 20.2% with 0.5% of Crescina), and no effects after 48 and 72 h (Fig. 20), suggesting that the proliferation and the viability of cells is not further increasable after later time points. This indicated, that the number of cells is critical for obtaining effects of Crescina and that the number of 10 000 cells is to high to induce cell viability by possible cell to cell interactions occurring in confluent cell layers.

Determination of protein content.
Determination of protein content performed using keratinocytes revealed that, compared to non-treated cells, Crescina increased protein content (+ 160.3%) at the dose of 0.125% of Crescina at 24 h, at the doses of 0.0625% (+ 242.1%) and 0,125% (+ 206.8%) after 48 h and, at least, after 72 h with 0.25% of Crescina it’s possible to notice an increase of protein content of + 73.9% (Fig. 23, 24).
No increase in protein content was visible in fibroblasts after 24 h, but a slight increasing effect after 72 h: + 51.4% with the exposition at 0.125% of Crescina.

Conclusions

Determination of cell proliferation.
Using human keratinocytes, the preparation Crescina had no effects on DNA synthesis as measured by dBrdU incorporation at all tested time points 24, 48 and 72 h.
However, Crescina increased the metabolic activity of cells by increasing cellular energy levels as revealed by the reaction of AlamarBlue.
Using human fibroblasts, Crescina had no effect on DNA synthesis as measured by dBrdU incorporation at all tested time points 24, 48 and 72 h.
In the AlamarBlue assays, very potent effects were obtained after 24, 48, and 72 h with an increase in the metabolic activity compared to non-treated cells .
Our data suggest that due to its positive effects on cell viability and metabolism as shown by the AlamarBlue assays, Crescina should also increase the cell number. Furthermore, we conclude that the treatment with Crescina increases cell life, finally resulting in increased cell numbers, if compared to untreated cells, which have a more rapid cell turnover. This increase in cell numbers in Crescina treated cells, will not increase DNA synthesis as observed in this study.

Determination of protein content.
Determination of protein content in keratinocytes revealed that Crescina increased protein content considerably after 24 h (+ 160.3%) and 48 h (+ 242.1%) compared to negative control.
In fibroblasts, a slight increasing effect was visible after 72 h (+ 51.4%) compared to non-treated cells.
The difference in the total protein content between keratinocytes and fibroblasts is due to the differences in the total cell volume between the epithelial keratinocytes and the smaller fibroblasts.
Therefore, the protein content has not increased in consequence of the pro-proliferative effect of Crescina, but it might be increased due to increased cell viability. This fits to the hypothesis that Crescina promotes cellular metabolism.

Finally, we demonstrated that preparation Crescina increased cell metabolism and therefore might act as a cell protective and energizing hair treatment.

Figures

 

Labosuisse

AS CONFIRMAÇÕES SOBRE A EFICÁCIA DE CRESCINA

A Labo considerou correcta e oportuna, para a própria investigação, publicidade, política comercial, interpelar o mercado para conhecer a opinião dos clientes iniciais – os farmacêuticos – e finais – os consumidores – sobre a qualidade do produto e a sua satisfação. Os resultados dos inquéritos foram altamente positivos.

A) Testemunhos de eficácia dos farmacêuticos

A Labo recolheu testemunhos directos dos farmacêuticos sobre a qualidade de Crescina e sobre a satisfação dos clientes. A amostra é significativa: 497 farmácias distribuídas por todo o território nacional.
As farmácias interpeladas carimbaram e subscreveram um questionário com a concepção seguinte:

1. Aconselhou Crescina aos seus clientes?
2. Os seus clientes obtiveram resultados em termos de recrescimento do cabelo nas zonas afectadas por raleadura?
3. Observações sobre a qualidade do produto Crescina
4. Casos particulares a assinalar.

À pergunta n.º2 (“resultados dos clientes em termos de recrescimento do cabelo”), as respostas positivas foram 487, perto de 97,98% dos inquiridos.
Foram significativos os casos e o tipo de comentários sobre clientes que utilizaram Crescina com um certa regularidade e que pretendem continuar a utilizá-lo em virtude dos resultados pessoais obtidos.

B) Testemunhos de eficácia dos consumidores

De 2000 a 2003, através da colaboração dos farmacêuticos e dos seus clientes, foram recolhidos 2000 inquéritos com testemunhos de consumidores sobre as seguintes questões:

1. Obteve resultados em termos de recrescimento do cabelo nas zonas afectadas com raleadura?
2. Notou um aumento da espessura dos cabelos?
3. Qual dos produtos Crescina utilizou?
4. Durante quanto tempo?
5. Observações sobre a qualidade do produto Crescina.
À pergunta n.º 1 (“resultados em termos de recrescimento”), as respostas foram positivas para 1.700 dos 2000 consumidores, cerca de 85% dos inquiridos.
Isto é, dos 2000 consumidores entrevistados, 1.700 afirmam ter obtido resultados em termos de recrescimento.
Labosuisse


 

Labosuisse